REFLEXÕES SOBRE A INCLUSÃO NO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO

Autores/as

  • Priscila Silva Linassi Universidade Federal de Santa Maria - UFSM
  • Elisane Maria Rampelotto Universidade Federal de Santa Maria - UFSM
  • Adriane Melara Universidade Federal de Santa Maria - UFSM

Palabras clave:

Inclusão social, Movimento tradicionalista gaúcho, Cultura

Resumen

O objetivo deste artigo é buscar uma reflexão sobre as relações entre o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), movimento cultural organizado que se refere aos regionalismos do estado do Rio Grande do Sul, com a inclusão social da pessoa com deficiência. Nesse sentido, este artigo caracteriza-se como resultado de uma pesquisa, composta por estudo de caso de análises de entrevistas semiestruturadas realizadas com três prendas. Isso porque estas são figuras femininas do Movimento Tradicionalista Gaúcho que, responsáveis por ensinar e divulgar a cultura tradicionalista acabam encontrando, tanto nos espaços do movimento, quanto no ambiente escolar, a presença de pessoas com deficiência. Da mesma forma, possuem uma atuação orientada pela Carta de princípios do Tradicionalismo, cujo princípio IX aborda os Direitos Humanos de: liberdade, igualdade e humanidade. Desta forma este trabalho passa por conceitos como inclusão, cultura, igualdade, liberdade, humanidade, que estabelecem estas relações.

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Publicado

2026-07-21

Cómo citar

SILVA LINASSI, P.; RAMPELOTTO, E. M.; MELARA, A. REFLEXÕES SOBRE A INCLUSÃO NO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO. Anais do Congresso Internacional de Educação, Santa Maria, RS, 2026. Disponível em: https://revistas.fapas.edu.br/index.php/congressoeducacao/article/view/623. Acesso em: 14 ago. 2026.