ELOS ENTRE SABERES LOCAIS E PRÁTICAS ESCOLARES

EDUCAR PARA CONSERVAR

Autores/as

  • Maria das Graças da Silva Universidade do Estado do Pará - UEPA

Palabras clave:

Prática escolar, Saberes locais, Territorialidade ancestral, Biodiversidade

Resumen

Analisa-se práticas socioculturais que informam o cotidiano de uma territorialidade ancestral insular e suas perspectivas de diálogo com determinadas práticas pedagógicas da escola local. Visa mapear saberes que são construídos e/ou vivenciados por homens e mulheres na sua relação com a biodiversidade e examinar a inserção ou não desses saberes nas práticas pedagógicas da escola local. Foca-se a Comunidade de Igarapé Grande, na Ilha de João Pilatos, que integra a “região insular” do município de Ananindeua, Região Metropolitana de Belém, na Amazônia. Utilizou-se procedimentos da pesquisa etnográfica, como a observação participante, entrevista semi-estruturada e etnofotografia. Teoricamente subsidia-se, entre outros, nas reflexões que fundamentam as teorias educacionais desenvolvidas por Brandão (2002) e Freire (1993), nas quais a educação configura-se como apenas mais um elemento da cultura sendo que a mesma é capaz de transformar a realidade. Os resultados dão conta de que a escola local, além das práticas da educação formal, é um espaço de referência importante para a comunidade, e muitos dos saberes locais estão no seu interior de diversas formas.

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Publicado

2026-07-22

Cómo citar

DA SILVA, M. das G. ELOS ENTRE SABERES LOCAIS E PRÁTICAS ESCOLARES: EDUCAR PARA CONSERVAR. Anais do Congresso Internacional de Educação, Santa Maria, RS, 2026. Disponível em: https://revistas.fapas.edu.br/index.php/congressoeducacao/article/view/399. Acesso em: 14 ago. 2026.