A AFETIVIDADE COMO FACILITADORA DA APRENDIZAGEM E DA PERMANÊNCIA ESCOLAR
ALGUMAS REFLEXÕES
Palabras clave:
Afetividade, Aprendizagem, Permanência escolarResumen
O presente estudo, de caráter bibliográfico, tem o objetivo de refletir sobre a afetividade na escola, enquanto agente facilitador da aprendizagem e da permanência do estudante nela. Buscando investigações realizadas sobre o tema, encontrou-se forte relação entre uma atitude afetiva do professor e um ambiente afetuoso e que promova a autoconfiança, fortalecendo a autoestima do educando e seu crescimento intelectual, bem como com os números de evasão apresentados. Corroboram, com estes achados, a teoria da educação dialógica de Freire (1979) e de Gusdorf (1978). Este último traz a responsabilidade do educador, principalmente o das séries iniciais, para quem os pequenos transferem o prestígio, depois dos pais. Ainda, em Dewey (1978), tem-se a relação entre vida e educação, fatores que não podem ser dicotomizados e a hipótese do filtro afetivo de Stephen Krashen (1987), que coloca o afeto como barreira (ou não) para o aprendizado.
Citas
CITTOLIN, S. F. A afetividade e a aquisição de uma segunda língua: a teoria de Krashen e a hipótese do filtro afetivo. 2010. Disponível em: <http://www.dacex.ct.utfpr.edu.br/simone6.htm>. Acesso em 24 jan. 2015.
COSTA, A. C. de O.; REIS, K. C. dos e ARAÚJO, J. de. A afetividade nas relações professor-aluno: um estudo na Educação de Jovens e Adultos. 2006. Disponível em: <https://www.ufpe.br/ce/images/Graduacao_pedagogia/pdf/2006.2/a%20afetividade%20nas%20relaes%20professor-aluno%20um%20estudo%20na%20educao%20de%20jovens%20e%20adultos.pdf>. Acesso em: 25 jan. 2015.
DEWEY, J. Vida e educação. Tradução e estudo preliminar por Anísio Teixeira. 10. ed. São Paulo: Edições Melhoramentos em convênio com a Fundação Nacional de Material Escola – Ministério da Educação e Cultura. 1978.
FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
______. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
FRANCA S.J., L. O método pedagógico dos jesuítas: o “Ratio Studiorum”: Introdução e Tradução. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora, 1952.
GURSDORF, G. Professores para quê? Para uma pedagogia da pedagogia. São Paulo: Martins Fontes, 1978.
HERNÁNDEZ, M. del C. B. La escuela y el desarrollo de la inteligencia emocional. Revista ISCEEM – Reflexiones en torno a la educación. Enero-junio 2009, 2ª época. México. Disponível em: <http://www.edomexico.gob.mx/Isceem/DOC/PDF/Revista%207.pdf>. Acesso em: 26 jan. 2015.
KRASHEN, S. D. (1987) Principles and Practice in Second Language Acquisition. Prentice-Hall International. Disponível em: <http://www.sdkrashen.com/content/books/principles_and_practice.pdf>. Acesso em: 25 jan. 2015.
PICOLOMINI, K. C. e SANTOS, M. R. dos. A inclusão dos surdos na educação superior numa perspectiva multicultural. Revista Expressão, Mossoró-RN, v. 41, n. 1, p. 47-57, jan./jul. 2010. Disponível em: <http://periodicos.uern.br/index.php/expressao/article/viewFile/3/5>. Acesso em: 26 jan. 2015.
SANTOS, F. M. Afetividade nada prática docente como forma de combater a evasão escolar: experiência com alunos do Instituto Luciano Barreto Júnior. 2014. Disponível em: <http://www.grupouninter.com.br/intersaberes/index.php/cadernointersaberes/article/view/557/391>. Acesso em: 25 jan. 2015.
SAVIANI, D. Escola e democracia. Campinas/SP: Autores Associados, 2008.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Hildegard Susana Jung, Arnaldo Nogaro, Tharles Gabriele Cauduro

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Português (Brasil)
Deutsch
English
Español (España)
Italiano