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  • V Congresso Internacional de Educação
    2013

    Atualmente, os educadores se deparam com a necessidade de reciclar ideias e metodologias, a fim de proporcionar um ensino de boa qualidade e, com isso, aperfeiçoar suas praticas pedagógicas.

    A práxis educativa reflete os conhecimentos que os professores adquirem ao longo de seu processo formativo e a forma como administram tais saberes em sala de aula. Nesse sentido, esses profissionais devem buscar espaços de formação que lhes permitam agregar novas perspectivas que caminhem ao encontro dos interesses do público ao qual atendem e, ao mesmo tempo, contribua para qualificação e valorização do seu ofício.

    Para tanto, faz-se necessário estar receptível às transformações do mundo moderno, com a agilidade na transmissão das informações, da criação e utilização de novos aparelhos tecnológicos, enfim, estar em sintonia com as mudanças no modo de pensar e agir na sociedade.

    Autores como Garcia e Moreira (2006) afirmam que é preciso dominar para além do conteúdo que se ensina e que é preciso a compreensão do papel da escola nos dias de hoje e as relações desta com o processo educativo e com a cultura.

    Caso contrário, corre-se o risco de se perder no espaço/tempo em relação aos conhecimentos dos sujeitos da relação professor/aluno e, com isso, criar certo distanciamento entre o que se ensina e o que se aprende. Não se inteirar das transformações da atualidade, sejam elas técnicas ou conceituais, significa mais do que não aceitar o novo; mas abrir mão de ferramentas pedagógicas bastante úteis ao trabalho do professor.

    Os avanços tecnológicos como celulares com acesso à internet, tablets, notebooks, entre outros, por exemplo, inevitavelmente estão inseridos no contexto educativo e são vistos com bons olhos pelos discentes, pois possibilitam um amplo campo para pesquisas diversas.Da mesma forma, podem e devem ser utilizados pelos docentes na busca de aprimoramento formativo.

    Dessa forma considera-se, então, de grande relevância abordar temas que relacionam as novas tecnologias e a educação, uma vez que os profissionais da educação e áreas afins não podem mais ignorar a iminência de uma educação mais dinâmica e globalizada.

    E assim, com o intuito de contribuir para uma ressignificação nas ações educativas propõe-se o V Congresso Internacional de Educaçãoas novas tecnologias e os desafios para uma educação humanizadora com o objetivo de proporcionar o diálogo, a problematização, a reflexão e a partilha de experiências que envolvam às dificuldades, as expectativas e as possibilidades do trabalho docente cada vez mais humanizado e critico-reflexivo.

    A tecnologia educacional não irá resolver os problemas da educação, que são de natureza sócia-politica-econômica e cultural. Porém, essa constatação não pode nos deixar sem ação frente à introdução das inovações tecnológicas no contexto educacional.

    Eixos temáticos:

     • Currículo e Práticas Escolares                       • Educação e Filosofia                                • Educação Inclusiva

     • Educação e Tecnologia                                  • Educação Humanizadora                        • Formação de Professores

    Minicursos

    Os textos apresentados foram publicados em edição impressa e CD-ROM.

    Ver: Cavalheiri, Alceu (Org.); Engerroff, Sérgio Nicolau (Org.); Silva, Jolair da Costa (Org.). As novas tecnologias e os desafios para uma educação humanizadora. Santa Maria: Biblos Editora, 2013. 198 p. ISBN: 978-85-89174-76-3.

  • IV Congresso Internacional de Educação
    2011

    Vivemos em uma sociedade individualista marcada por desigualdades, egoísmo, exploração, desrespeito com o diferente; uma sociedade onde impera a lei do “mais forte”, onde poucos conseguem sobreviver dentro dessa lógica capitalista e neoliberal. A contemporaneidade se alicerça no império do livre mercado, que regula todos os meios de produção e de consumo. Esta imposição mercadológica se faz presente em todos os âmbitos da sociedade.

    Sendo assim, se faz necessário proporcionarmos espaços onde professores e estudantes possam dialogar sobre essas influências mercadológicas que se fazem presentes nas escolas e que certamente interferem no trabalho dos professores e na relação professor-aluno. Pois, esta mentalidade proporciona um ambiente onde o outro não é visto como legítimo outro e nem como potencial de ajuda, mas como um adversário que precisa ser explorado e dominado num espaço onde só há lugar para alguns, desvalorizando sua individualidade.

    Entretanto, tudo o que é humano é aprendido; somos seres de relações e por isso precisamos (re)aprender o respeito à dignidade ética da pessoa humana e às suas diferenças; (re)aprender a compaixão, a solidariedade, o reconhecimento, o dialogo, etc. Toda a aprendizagem implica diálogo dos homens entre si e com o mundo “e nós só aprendemos se aceitamos que o diferente está no outro; do contrário, não há diálogo, por exemplo.

    Neste sentido, é que propomos a realização do IV Congresso Internacional de Educação:docência e humanização, a fim de dialogarmos, problematizarmos, refletirmos, partilharmos experiências que envolvam às dificuldades, os sonhos e as possibilidades do trabalho docente cada vez mais humanizado, crítico-reflexivo.

    Eixos temáticos - Oral e Pôster:

     • Currículo e Práticas Escolares                       • Educação e Filosofia                             • Trabalho e Educação

     • Educação Humanizadora                              • Formação de Professores

    Minicursos

    Os textos apresentados foram publicados em edição impressa e CD-ROM.

    Ver: Silva, Jolair da Costa (Org.); Baptistella, Rogério (Org.). Educação: docência e humanização. 1. ed. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2011. 77 p. ISBN: 978-85-7578-296-5.

  • III Congresso Internacional de Educação
    2009

    Vivemos em uma sociedade individualista marcada por desigualdades, egoísmo, exploração, desrespeito com o diferente; uma sociedade onde impera a lei do 'mais forte', onde poucos conseguem sobreviver dentro dessa lógica capitalista e neoliberal.

    A própria cultura da sociedade capitalista perpetuou e perpetua ao longo da história uma trajetória de dominações, explorações, discriminações, imposição, desvalorização das diversidades, propagando a idéia de que o 'diverso, o diferente' é ruim, resquícios estes que foram se impregnando ao longo do tempo e sendo repassadas de gerações para gerações.

    Assim, o outro não é visto como legítimo outro e nem como potencial de ajuda, mas como um adversário que precisa ser explorado e dominado num espaço onde só há lugar para alguns, desvalorizando sua individualidade.

    Entretanto, tudo o que é humano é aprendido; somos seres de relações e por isso precisamos (re)aprender o respeito à dignidade ética da pessoa humana e às suas diferenças; (re)aprender a compaixão, a solidariedade, o reconhecimento, o diálogo, etc. Toda a aprendizagem implica diálogo dos homens entre si e com o mundo “e nós só aprendemos se aceitamos que o diferente está no outro; do contrário, não há diálogo, por exemplo. O diálogo só existe quando aceitamos que o outro é diferente e pode nos dizer algo que não conhecemos”. (FREIRE, 2002, p. 36).

    Neste sentido, é que propomos a realização do III Congresso Internacional de Educação: Educação Humanizadora e os desafios da diversidade, a fim de dialogarmos, problematizarmos, refletirmos, partilharmos experiências que envolvam às diversidades cada vez mais presentes em nossa sociedade e, consequentemente, no ambiente educativo. Trabalhar, respeitar e valorizar essas diversidades se constitui em desafios para uma educação comprometida e engajada com a humanização de todos.

    Os textos apresentados foram publicados somente em edição impressa.

    Ver: Henz, Celso Ilgo (Org.); Rossato, Ricardo (Org.); Barcelos, Valdo Hermes de Lima (Org.). Educação humanizadora e os desafios da diversidade. Santa Cruz do Sul, RS : EDUNISC, 2009. 200 p. ISBN: 978-85-75782-31-6.

  • II Congresso Internacional de Educação
    2007

    A sociedade pós-moderna propõe uma substituição dos valores perenes por uma desumanização, caracterizada pela ganância, o egoísmo, a efemeridade e a violência, sintomas evidenciados principalmente na ação dos jovens que insistem em trilharem caminhos na contramão dos caminhos propostos pelas instituições sociais. Por isso, acredita-se em uma educação humanizadora na qual o processo educacional é entendido como um todo, priorizando valores éticos, morais e religiosos. Optar pelo caminho da humanização nos compromete com uma educação diferenciada, com seres humanos conscientes de seu papel em construir uma sociedade na coletividade.

    Nesse sentido, o II Congresso Internacional de EducaçãoEducação humanizadora na sociedade globalizada - Enfoque na violência social, buscar reafirmar a necessidade de se propor reflexões, análises e debates para compreender a realidade da educação frente aos desafios da sociedade contemporânea. Diante desse entendimento dos desafios, buscam-se propostas e projetos de uma educação humanizadora e comprometida com uma nova forma de viver e agir em sociedade, que esteja em consonância com as diretrizes norteadoras do processo ensino/aprendizagem estabelecido pela Organização das Nações Unidas (UNESCO), ou seja, aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.

    Numa concepção de educação humanizadora nãos e deve descuidar daquilo que é imprescindível no processo educacional como um todo, a saber, a necessidade de desenvolver a dimensão social do ser humano para a construção da cidadania. Somos seres pautados na linguagem e por isso necessitamos trabalhar com valores como a discussão (ou diálogo), o respeito à dignidade ética da palavra e às diferenças, a compaixão, a solidariedade, o reconhecimento, etc.

    Somente assim, trabalhando na efetivação de instrumentos de compreensão e intervenção na realidade em que vivemos, poderemos contribuir para a redução da violência social em todos os níveis da vida humana.

    Os textos apresentados foram publicados somente em edição impressa.

    Ver: Henz, Celso Ilgo (Org.); Rossato, Ricardo (Org.). Educação humanizadora na sociedade globalizada. Santa Maria: Biblos, 2007. 224 p. ISBN: 978-85-89174-34-3.

  • I Congresso Internacional de Educação
    2005

    Quando a criança chega na escola, ela traz consigo experiências, atitudes, valores e hábitos de linguagem que constituem e refletem a cultura de sua família e de seu meio social.

    A contemporaneidade traz suscita questões que, embora já estivessem presentes na vida da sociedade, hoje tomam novas dimensões, exigindo da família e escola, novos encaminhamentos. Desta forma, a escola como segmento social, deve tomar para si a responsabilidade de vincular a complexidade da vida social em seu currículo, através da inclusão dos temas de relevância.

    Por estes aspectos foi tomada a iniciativa de organizar o I Congresso Internacional de EducaçãoEducação humanizadora X sociedade globalizada, visando oportunizar um encontro de educadores com a possibilidade de debater ideias, expor angústias, discutir e analisar temas.

    Desta forma, rompendo com conceitos pré-determinados de uma sociedade globalizada e manipuladora, buscando assim, uma prática que leve a uma educação mais humana, tendo a possibilidade de resgatar os valores e a coerência da prática escolar com os objetivos a que se propõe.

    Os textos apresentados foram publicados somente em edição impressa.

    Ver: CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCACAO, 1, 13-16 abr. 2005, Santa Maria. Anais do I Congresso Internacional de Educação: educação humanizadora X sociedade globalizada. Santa Maria: [s.n.], 2005. 84 p.