Frontistés - Revista Eletrônica de Filosofia e Teologia http://revistas.fapas.edu.br/index.php/frontistes <p align="justify">A <strong>Frontistés </strong>é uma publicação eletrônica de cunho filosófico e teológico, que tem por objetivo divulgar a produção científica, resultante de estudos e pesquisas nestas áreas, realizada por discentes da Faculdade Palotina (FAPAS) e de outras Instituições de Ensino Superior (IES). O periódico é publicado semestralmente. <strong>ISSN:</strong> 1984-0519 - <strong>Qualis/CAPES (2021-2024): B2</strong> - Área de Avaliação: Ciências da Religião e Teologia, Ensino e Filosofia.</p> pt-BR merciocauduro@terra.com.br (Mercio José Cauduro) frontistes@fapas.edu.br (Nataly Pozzer Aloy Krentkowski) Mon, 31 Aug 2026 00:00:00 +0000 OJS 3.2.1.2 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 A PEDAGOGIA DE MARIA http://revistas.fapas.edu.br/index.php/frontistes/article/view/604 <p>Este artigo tem por objetivo analisar a pedagogia de Maria como caminho para a educação do coração humano para Deus, a partir de uma perspectiva teológico-pedagógica desenvolvida pelo Pe. José Kentenich em “Maria, Mãe e Educadora: uma mariologia aplicada.” A pesquisa, de caráter bibliográfico, investiga a origem da missão educadora de Maria, a procedência de sua capacidade educativa e o lugar teológico-pedagógico de sua atuação como Mãe e Educadora. Fundamentada na Sagrada Escritura, no Magistério da Igreja e na Tradição da Igreja a reflexão demonstra que a ação educativa de Maria está enraizada em sua maternidade divina e espiritual, manifestando-se na formação integral da pessoa para uma relação consciente e pessoal com Deus. Evidencia-se que sua pedagogia se caracteriza pelo amor materno, pela ação formativa e pela condução dos fiéis à configuração com Cristo. Conclui-se que Maria permanece na vida da Igreja uma educadora do coração humano, atuando sobretudo na vivência que a pessoa tem com Cristo na Eucarística e nos santuários marianos. Maria forma pelo exemplo, pela presença e pela condução a Cristo. Toda autêntica pedagogia mariana conduz a Cristo. Cristo permanece o centro.</p> Cassiana Jänisch Copyright (c) 2026 Cassiana Jänisch https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.fapas.edu.br/index.php/frontistes/article/view/604 Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 +0000 TRADIÇÃO E RENOVAÇÃO NO CONCÍLIO VATICANO II http://revistas.fapas.edu.br/index.php/frontistes/article/view/613 <p><span style="font-weight: 400;">O Concílio Vaticano II representa um dos acontecimentos mais significativos da história recente da Igreja Católica, suscitando diferentes interpretações acerca de sua natureza e de sua recepção. Este artigo analisa as principais correntes hermenêuticas desenvolvidas no período pós-conciliar, especialmente a interpretação de Giuseppe Alberigo, que enfatiza o caráter renovador do Concílio, e a perspectiva da continuidade da tradição, representada por Joseph Ratzinger e Agostino Marchetto. Como objetivo central, busca-se demonstrar de que modo o discurso inaugural </span><em><span style="font-weight: 400;">Gaudet Mater Ecclesia</span></em><span style="font-weight: 400;">, de João XXIII, oferece uma chave hermenêutica para compreender a relação entre tradição e renovação, contribuindo para uma interpretação equilibrada do Vaticano II. A pesquisa possui caráter bibliográfico e abordagem qualitativa, fundamentando-se na análise do discurso de abertura do Concílio e de obras de historiadores e teólogos especializados. Os resultados evidenciam que João XXIII distingue claramente entre a permanência do depósito da fé e a renovação das formas de sua transmissão, indicando que a atualização desejada pelo Concílio não implica ruptura com a tradição, mas seu desenvolvimento orgânico em resposta às exigências do mundo contemporâneo. Conclui-se que o conceito de tradição presente no </span><em><span style="font-weight: 400;">Gaudet Mater Ecclesia</span></em><span style="font-weight: 400;"> constitui uma importante chave interpretativa para superar leituras reducionistas, evidenciando que a verdadeira recepção do Concílio exige integrar, de maneira harmoniosa, fidelidade doutrinal e renovação pastoral.&nbsp;</span></p> Felipe Barrozo Arboith Copyright (c) 2026 Felipe Barrozo Arboith https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.fapas.edu.br/index.php/frontistes/article/view/613 Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 +0000 O FORMADOR E A FORMAÇÃO PASTORAL-MISSIONÁRIA DOS SEMINARISTAS NA ETAPA DA CONFIGURAÇÃO http://revistas.fapas.edu.br/index.php/frontistes/article/view/434 <p>O formador possui um papel determinante no processo formativo inicial ao Sacerdócio. Toda a formação inicial tem como fim a pastoral. Esta breve reflexão tem como tema tratar da missão do formador, com ênfase no acompanhamento pastoral na etapa da Configuração, que também abrange os estudos teológicos. O objetivo é problematizar o acompanhamento pastoral do formador e formando nesta etapa. Metodologicamente usamos da pesquisa qualitativa, bibliográfica e documental. Por fim, é deveras importante, em pleno século XXI refletir insistentemente na dimensão pastoral da formação inicial, ela corresponde ao trabalho profícuo do futuro Sacerdote. Por isso, é relevante abordar na gradualidade todos os aspectos desta dimensão formativa para que tenhamos padres misericordiosos, próximos e humildes.</p> Elcio Alcione Cordeiro, Helio Rafael Frazão Pereira, Silvonei Luiz Roling Copyright (c) 2026 Elcio Alcione Cordeiro https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.fapas.edu.br/index.php/frontistes/article/view/434 Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 +0000 INTENCIONALIDADE E NÃO-INTENCIONALIDADE http://revistas.fapas.edu.br/index.php/frontistes/article/view/732 <p>O presente artigo tem como objetivo analisar sinteticamente as teorias filosóficas de Husserl e Levinas no tocante a relação com o outro. Enquanto Husserl avalia a presença do outro e o coloca na perspectiva do Eu transcendental, do qual o auxílio na descoberta do mundo é imprescindível para a busca do conhecimento e da verdade, Levinas se aprofunda na investigação da relação com o outro visando a necessidade de uma relação que não se paute na intencionalidade, mas que se baseie na alteridade, não reduzindo, assim, a exterioridade ao Mesmo. Ambas investigações, em suas próprias maneiras, são pertinentes para a quebra do egoísmo e do solipsismo, que tanto assolam e destroem as relações.</p> Adriano André Maslowski, Willian José Nunes Copyright (c) 2026 Adriano André Maslowski, Willian José Nunes https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.fapas.edu.br/index.php/frontistes/article/view/732 Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 +0000